Presidente da FISENGE visita sede do SENGE-PB
09 mar 2009O engenheiro Carlos Roberto Bittencourt, presidente da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicados de Engenheiros) esteve em João Pessoa no final da última semana por ocasião da posse do presidente do CREA-PB, Paulo Laércio Vieira. Na manhã de sexta-feira, dia 06, Carlos Bittencourt visitou a sede do SENGE-PB (Sindicato dos Engenheiros na Paraíba), reunindo-se com representantes da entidade para tratar de diversos assuntos de interesse da categoria e discutir o desenvolvimento de ações conjuntas entre o sindicato e a Federação.
Carlos Bittencourt disse ser importante para a Fisenge ter o Sindicato dos Engenheiros na Paraíba associado à Federação por se tratar de um dos sindicatos que têm uma participação bastante forte no Estado e que é uma referência no Nordeste.
A pauta da reunião, de acordo com o presidente da Fisenge, esteve fundamentada nos principais pontos de interesse da categoria. “O que está se discutindo hoje entre os engenheiros é a lei da assistência técnica, que engloba um setor da engenharia, a questão do mercado de trabalho, que estava num crescente nos últimos três anos, principalmente avançando bastante o trabalho dos engenheiros e com a crise econômica, de setembro para cá, começou a trazer preocupações. A categoria precisa discutir isso, debatendo esses pontos para a gente conseguir também que não haja tanto desemprego e que os engenheiros não sejam desvalorizados”, disse Carlos Bittencourt.
Outro assunto importante de debate na categoria, ainda segundo o presidente da Fisenge, é o salário mínimo profissional: “é uma luta que praticamente todo sindicato tem levado. Nós ainda temos problemas em relação ao salário mínimo profissional na categoria dos servidores públicos, federais, estaduais e municipais. A lei federal não contempla o salário mínimo para essas categorias, então essa é uma luta que a Fisenge e o sindicato devem estar travando tanto em termos de lei, como também negociando principalmente com prefeituras que não cumprem o salário mínimo profissional”, concluiu.