Perspectivas futuras (Parte II de II)

09 dez 2008

Eng. Arnaldo Moura Bezerra , M.Sc.




O Foro Permanente das Energias Renováveis é coordenado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia e congrega mais de duas centenas de entidades dos mais diferentes segmentos da sociedade como ONG’s, universidades, centros de pesquisa, bancos de desenvolvimento, governos federal, estadual e municipal.

Os eventos realizados em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo definiram respectivamente diretrizes e metas para o desenvolvimento da energia solar via conversão fotovoltaica, eólica e energia de biomassa em um plano de ação para o respectivo desenvolvimento, e finalmente o evento de São Paulo que incluiu metas e diretrizes do grupo de pequenas centrais hidrelétricas, (PCH´s).É importante ressaltar que muito embora o gás natural seja de origem fóssil, ele terá um lugar garantido na matriz energética brasileira conforme já referido anteriormente. No que diz respeito à captação termo-solar, a sua participação na matriz energética brasileira é uma realidade cada vez mais crescente.

Existe, portanto uma preocupação do governo e da sociedade brasileira para o estabelecimento de ações coerentes com uma política energética auto-sustentável, condição indispensável e imprescindível para que as gerações do porvir possam viver em harmonia com a Natureza.

Os senhores responsáveis pelos futuros planejamentos energéticos do mundo devem refletir cuidadosamente sobre tão angustiante assunto e levar em consideração as advertências dos cientistas os quais não escondem a preocupação com relação ao futuro de Planeta quando afirmam que, se medidas drásticas não forem tomadas a curto e médio prazos, a ameaça do colapso ambiental poderá se concretizar ainda neste Século XXI.